As deidades do panteão hindu são muito representativas
daquela sociedade. Cada uma das deidades – e estima-se que existam mais de
32.000 – representam o ser humano em suas várias formas de expressão e de
vivências.
A Trindade Hinduísta é das mais conhecidas por toda a Índia,
sendo a seguinte:
BRAHMA – O Criador – Consorte: SARASWATI
VISHNU – O Conservador – Consorte: LAKSHMI
SHIVA – O Transformador – Consorte: PARWATI (SHAKTI)
Em suas representações, as deidades hinduísta apresentam-se
em posições (Asanas), com indumentária característica e portando instrumentos
que estão sempre a representar algo importante para aqueles que a elas fazem
reverências (Pujas).
O Sistema Shivam Yoga, seguindo a
filosofia do Tantra, cataloga seus Shishyas (discípulos) em vários graus, no
que diz respeito a seu interesse em se desenvolver na Senda e ao seu grau de
consciência. Para o Tantrismo, cada Shishya tem, em sua constituição, em maior
ou menor grau, os Gunas Tamas (energia da inércia), Rajas (energia do
movimento) e Sattva (energia do equilíbrio), fato que irá determinar seu interesse
em Marga (Senda Espiritual Tântrica). Dessa forma, no Tantra e no Shivam Yoga,
são catalogados quatro tipos de discípulos, descritos a seguir:
O Ayurveda considera o ser humano como estruturado em vayurvedaários níveis (Shariras – corpos) e possuindo uma complexa estrutura psíquica, dividindo a mente em várias partes e instâncias. Além de apontar para essas estruturas constitutivas do ser humano, a ciência do Ayurveda vai dar uma importância vital a força espiritual presente nas ações da consciência humana. Para o Ayurveda, as ações do ser humano estão eivadas de forças físicas, emocionais e espirituais e que não há como separa a mente, das emoções e estas da instância espiritual e, mesmo, física de que é constituído o ser humano.